• Nael Rosa

Acervo fotográfico do Museu Farroupilha de Piratini está sendo digitalizado


Trabalho minuncioso vai garantir a preservação do acervo

Como parte da reserva museológica que conta com uma série de normas e métodos de armazenamento de acervo, a Secretaria Estadual da Cultura está realizando uma série de ações para constituir uma reserva museológica, processo que também está sendo feito no Museu Histórico Farroupilha fundado em 1953 pelo Governo do Estado e que guarda mais de seiscentas peças.


Em janeiro deste ano uma nova etapa de acondicionamento para a reserva técnica se iniciou, com atenção toda voltada para o acervo fotográfico que diariamente tem ganhado a atenção da equipe do museu.


Segundo Francieli Domingues, diretora da instituição, cada fotografia é digitalizada e deverá ser embalada individualmente em papel livre de acidez, e envolta em um segundo papel com as suas respectivas informações de número de catalogação, autor e identificação.


“A importância de ter um acervo fotográfico digitalizado está na acessibilidade e segurança das fotos, já que com o arquivo digital podemos ampliar pesquisas e mandar a foto em total segurança para outro local, evitando com isso que esta se perca ou se danifique, e também pelo que fato que em exposições futuras podemos contar com painéis onde as fotos sejam ampliadas e ofertem maior qualidade visual. São muitas fotos de períodos remotos as quais estamos reconstruindo suas histórias, refazendo seus passos para poder contar novas memórias”, explicou a diretora.


Ainda segundo ela, o trabalho se faz necessário, pois em uma exposição não se pode ficar tocando ou manuseando as fotos, pois isso danifica o acervo, portanto o processo que hora está sendo feito é uma maneira de dar mais segurança e durabilidade às peças originais, o que tem permitido descobertas como imagens do período federalista que retratam guerras e atividades políticas da época.


“Temos convicção de que as fotos vão ficar preservadas e isso também diminui o risco de extravio, já que elas não serão manuseadas frequentemente como fazemos, por exemplo, com um álbum de família, e isso vai manter ainda a materialidade que poderá servir para pesquisas de quem tem essa ambição, ou seja, de trabalhar com material histórico, no dando a certeza de que daqui 20 ou 30 anos o museu vai ter seu acervo em condições de exposição, o que permitirá que outras gerações possam ver o que temos aqui”, concluiu Francieli.

Nael Rosa- redator responsável

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