• Nael Rosa

Juri que julgará acusados pelas mortes de Hermínio e Horaci acontece dia 17 de março


Promotor Márcio Gomes atuará junto a José Olavo dos Passos

O destino do policial militar Edelmiro Mendonça Furtado, 45 anos, e seu irmão, Armando Mendonça Furtado, 50 anos, acusados de assassinar a tiros os também irmãos Hermínio e Horaci da Rosa Ávila, à época com 33 e 36 anos respectivamente, começará a ser decidido na manhã do dia 17 de março, em Pelotas, para onde o júri foi desaforado, ou seja, transferido, a pedido do juiz Igor Hamade, titular da comarca de Piratini e onde os crimes foram cometidos, já que magistrado alegou que a cidade não possui condições de abrigar um julgamento de tamanha complexidade.


A notícia foi dada com exclusividade ao Eu Falei pelo promotor José Olavo dos Passos, que responde pelo Ministério Público na Capital Farroupilha, mas também é titular da 1ª Vara Criminal de Pelotas.


Edelmiro e Armando serão julgados ao mesmo tempo em que outros dois réus que de maneiras diferentes foram indiciados pelos homicídios, por um Tribunal do Júri presidido pelo juiz Régis Adriano Vanzim e que será composto por jurados somente do município de Pelotas, o que frustrou pessoas da comunidade piratiniense que, quando a notícia foi divulgada pelo Eu Falei em agosto do ano passado, usaram as redes sociais para lamentar e até protestar sob o argumento de que o caso gerou grande comoção na cidade, portanto deveria ser julgado em Piratini.


O promotor José Olavo prevê que o julgamento será longo e cansativo, assim o Ministério Público terá dois representantes, sendo que na acusação, Passos irá revezar com o também promotor Márcio Schlee Gomes.


O criminalista Ricardo Cantergi, um dos defensores dos que responderão pelos homicídios, desse embate entre acusação e defesa que poderá durar até três dias é impossível saber qual o rumo que este vai tomar.


“Esse julgamento fora da comarca de Piratini deixa um claro prejuízo para a defesa. Agora ficou impossível saber se isso vai ajudar ou prejudicar meus clientes, pois tiraram da comunidade local, que é quem conhecia ou conhece os envolvidos no fato, o direito de julgar os seus semelhantes”, avalia Cantergi.


Nael Rosa- redator responsável

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