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Destruição causada pelas chuvas aumenta em Piratini: agora são 45 pontes danificadas pelas enchente

Foto: divulgação

Destruição causada pelas chuvas aumenta em Piratini: agora são 45 pontes danificadas pelas enchentes

A chuva que tem castigado a metade sul do estado no mês de setembro impede que, em Piratini, as equipes da Secretaria de Infraestrutura e Logística consigam avançar no trabalho de reconstrução na zona rural do município.


Segundo o secretário Alessandro Krause, os raros momentos em que foi possível deslocar maquinário e os funcionários, só serviram para perceber o tamanho da destruição causada pelas seguidas enchentes, não sendo possível fazer praticamente nada com relação às estradas e pontes que permitem o ir e vir dos moradores do interior.


“Está tudo debaixo d’água outra vez. Pouco tempo tivemos para dar início aos consertos, pois logo após começarmos, volta a chover novamente”, reclama Krause.


A primeira avaliação feita por sua pasta ainda na primeira quinzena do mês, constatou que cinco pontes de madeira haviam sido levadas pelas enxurradas e outras 12 apresentavam problemas nas cabeceiras, o que necessitaria de no mínimo 30 dias para fazer todas as correções incluindo aí, os milhares de quilômetros de estradas. Agora o estrago se revelou ainda maior.


“São ao todo sete pontes que necessitarão ser totalmente refeitas. Agora temos outras 38 travessias sem aterro nas cabeceiras, sem falar na quantidade de bueiros que, no momento, é impossível mensurar quantos estão entupidos e quantos quebraram e precisarão ser substituídos”.


Nem mesmo o concreto resistiu à quantidade desproporcional de chuva que caiu em Piratini. No mínimo duas passarelas feitas com esse tipo de material desabaram. Um dos casos foi no Passo da Maria Antônia, um dos atalhos por estrada de chão que permite chegar a Canguçu. No local a Prefeitura colocou bueiros de maior vazão, o que permite no momento, a passagem apenas de motos e carros de pequeno porte.


De acordo com Krause, somente para tornar as estradas em condições de receber o tráfego, são necessários no mínimo dez dias de tempo seco, mas sanar a totalidade dos problemas, ao menos no momento, não é possível prever.


“Sinceramente não tem como prever quando tudo voltará à normalidade, já que a Defesa Civil nos informou que também outubro e novembro serão chuvosos. Não estamos conseguindo fazer nada, uma vez que começamos a trabalhar num dia e logo temos novamente que parar, pois a chuva volta a cair. Não posso dar um prazo para que consigamos colocar tudo em condições outra vez. Está muito difícil”, finaliza o secretário.


Reportagem: Nael Rosa


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