• Nael Rosa

Ativistas do São Francisco de Assis se mobilizam para tentar salvar a a cadelinha Belinha

Foto: Nael Rosa

Belinha costuma perambular pelo comércio de Piratini e recebe carinho de todos

No lugar da mansidão e do olhar carente que apaixonou a muitos na cidade, agora um semblante de dor e tristeza. Assim está a cadelinha batizada como Belinha e que recebeu esse nome após seguir os cavalarianos que conduziram a chama crioula vindos de Pinheiro Machado em 2015.


Ela já foi tema de nossa reportagem naquele ano ao ser aceita pela direção, professores, funcionários e alunos do Instituto de Educação Ponche Verde, onde passava as tardes deitada em salas de aulas e ganhava o carinho de todos.


Agora Belinha está doente e aguarda a solidariedade das pessoas em uma clínica veterinária em Piratini, aguardando para ser levada a Pelotas e com isso realizar exames mais conclusivos e que possam detectar com precisão a patologia que ela tem.


Elenara Adamoli, do Projeto São Francisco de Assis, cogita que a cadelinha pode estar com um tumor na região abdominal, pois há anos sente muitas dores no local.


“Ela só permite que faça carinho na cabeça, pois se tocar na barriga ela sente tanta dor que acaba mordendo, comportamento incompreendido também pelas crianças que gostam de fazer um afago nela”, explicou.


A ativista entende que Belinha precisa, além de carinho e amor que já recebe, também de um lar fixo.


“As pessoas amam animais, mas no caso dela, nunca foi o suficiente para adotá-la, o que seria o ideal. Imagina quanto frio e chuva ela tem pegado. A vida não rua não é fácil para eles. É triste”, lamenta Elenara.


O empresário Alex Serrat, proprietário de uma clínica que oferta serviços de saúde, é um que deve se engajar na campanha para salvar a cachorra que de vez em quando decide passar as manhãs e tardes na recepção da empresa.


“Os clientes questionam a quem Belinha pertence e ao ouvirem que é um cão de rua acham bonito. Ela vem, vai para baixo de um dos bancos, tira uns minutos e depois vai embora. Algumas vezes, no inverno, faço fogo na lareira e ela se achega e fica quietinha”, conta Serrat, que apela para que todos ajudem na arrecadação.


“Sempre gostei de animais e ensino isso a minha filha. Eles são seres vivos, tem sentimento, dor, etc...Portanto precisam ser bem cuidados. Assim peço a todos que colaborem, pois unidos vamos salvá-la.


Belinha está na Clínica Veterinária Prontovet e sua proprietária, Marta Santos de Morais, disponibilizou sua conta corrente para receber as doações.


Agência 0775- Banrisul

Conta Corrente 3508479502


Reportagem: Nael Rosa

Contato: 9-99502191

Email: naelrosaeufalei@gmail.com





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