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Campanha para as cirurgias de Bira arrecada R$ 21 mil em dois dias

Foto: Nael Rosa

Bira vai passar pelo segundo procedimento em janeiro para desobstruir outra artéria

O motorista Carlos Ubirajara Dutra Machado Dutra, o Bira, de 56 anos, que no princípio do mês chegou a bater à porta de residências em Piratini na tentativa desesperada de captar R$ 10.250,00, valor da cirurgia para desobstruir uma de  duas artérias ligadas o coração e que já estava sem capacidade de fazer circular o sangue, passou com sucesso pelo primeiro procedimento realizado no Hospital da Santa Casa, em Pelotas, dia 7 de dezembro.


A mobilização para que ele pudesse pagar pela operação ganhou força nas redes sociais e em órgãos de comunicação, o que proporcionou a arrecadação de exatos R$ 21 mil em dois dias, valor suficiente para que, já no próximo mês, Bira faça a segunda intervenção cirúrgica para, novamente, colocar stents, em outra veia que apresenta a mesma obstrução.


“Só tenho a agradecer. Primeiro a Deus, pois agora sei que estou de bem com ele, já que levei um susto durante a operação. Tive uma queda brusca de pressão arterial e temperatura, mas os médicos me socorreram e tudo terminou bem”, agradeceu Bira, que continuou:


“Minha gratidão ainda a esses anjos que estão na terra, amigos, gente de todo lado que apareceu e oportunizou que eu pudesse pagar pelo procedimento. Eu não aguentaria muito mais tempo, não tinha mais capacidade de respirar nem para falar e certamente iria enfartar. Agora estou muito bem. Então, obrigado a todos”.


A campanha para ajudar o motorista ainda terá uma última etapa. Uma ação beneficente vai ser realizada dia 21 de Janeiro na Sociedade Recreio Piratiniense (SRP). Os valores decorrentes da iniciativa servirão para custear a medicação necessária para quem tem esse tipo de problema.


“Agora estou tranquilo. Esses R$ 21 mil que consegui serão totalmente usados para que eu fique bem em relação à doença a qual fui acometido. Mas o evento de janeiro ainda é necessário e  vai me ajudar a pagar os remédios, todos muito caros. Não tenho como compra-los com o que recebo da Previdência Social. Assim, conto mais uma vez com a solidariedade de todos”, finaliza.


Reportagem: Nael Rosa

 

 

 

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