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  • Foto do escritorNael Rosa

Enchente destrói seis pontes na zona rural de Piratini; outras 12 foram danificadas

Foto: divulgação

Na zona rural, 17 pontes foram destruídas ou danificadas pela força das água

A passagem do primeiro ciclone extratropical de setembro pelo Rio Grande do Sul comprometeu seriamente a infraestrutura existente na zona rural de Piratini. A força das chuvas que caíram insistentemente entre os dias 04 e 07 deste mês no município, causou transbordamento de rios e arroios em todos os cinco Distritos.


De acordo com o levantamento feito pelo secretário de Infraestrutura e Logística, Alessandro Krause, a situação é preocupante e vai requerer no mínimo um mês de trabalho para solucionar todos os problemas causados pelas enchentes.


“Por enquanto contabilizamos a queda de seis travessias, sendo cinco de madeira e uma de concreto, esta última no Passo do Maria Antônia. Em outras doze a água levou as cabeceiras. O que nos preocupa é que a previsão é de mais chuva. Assim, só teremos um balanço final das avarias quando o tempo finalmente ficar firme. Isso ocorrendo, nossa previsão é que no máximo em 30 dias tudo estará recuperado”, prevê Krause.


Um dos casos que mais preocupa e requer urgência, está na divisa do 3º com o 4º Distrito, região onde está situado o Pólo Madeireiro. Na localidade Barrocão, a água levou o aterro da passagem, situação que, segundo o secretário, não é tão difícil de resolver, mas que só não foi pior devido ao trabalho que a Prefeitura fez de redução da ponte, o que a tornou mais resistente às enchentes.


“Com essa redução que nossa equipe fez, já é a sexta enchente que essa ponte resiste só na atual gestão do município”, explicou o secretário, acrescentando que os moradores desses distritos só não estão ilhados porque recentemente outra passagem foi construída, o que permite o tráfego pelo Alto da Serra ou pelo caminho que leva a BR 392.


Ainda segundo ele, o maior problema está no Passo do Lajeado, 2º Distrito. Nesse local a força provocada pelas enxurradas destruiu a ponte e para sair da localidade é preciso fazer um desvio para chegar até a sede do município, o que aumenta o percurso em 30 quilômetros.


“Provavelmente será onde primeiro concentraremos nosso trabalho, pois a chuva levou toda a estrutura que tinha em torno de quinze metros. Será preciso fazer uma travessia nova”, finaliza.


Reportagem: Nael Rosa


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