top of page
  • Foto do escritorNael Rosa

Família de idosa que deixou Piratini aos 28 anos, pede ajuda ao Eu Falei para localizar parentes que podem residir no Passo do Alfaiate

Foto: divulgação

Aos 87 anos, Leopoldina disse à filha que não quer partir sem rever seus parentes

A família da piratiniense, Leopoldina dos Santos, 87 anos, pediu ajuda ao site Eu Falei, na tentativa de encontrar parentes da idosa que nasceu no Passo do Alfaiate, zona rural de Piratini, e de onde saiu já casada aos 28 anos.


De acordo com a filha da idosa, Beatriz Machado dos Santos, 56 anos, que mora em Bagé, mesmo que a mãe esteja com adiantada idade e por isso não forneça informações concretas, nas conversas entre elas é comum que sua genitora volte ao passado e pergunte por seus irmãos, entre estes, as irmãs: Orides, Elvides, Alvina e Ernestina dos Santos, e os irmãos: Alcebíades, Ataliba, Tarcílio, Alvim, Jornalino, Darci, Getúlio, Geir, José e o Narolino, conhecido por Narola, que provavelmente já tenham falecido, mas que, certamente, tem descendentes que ainda podem residir no município.  


“O que ela diz é um tanto confuso, mas algumas coisas eu acredito serem reais. Sei que faz muito tempo, mas por que não tentar achar nossos parentes? Minha mãe fala que tinha 12 irmãos, mas a seguir, estes já são 24, sendo que a metade foi adotada, assim como ela, por minha avó, Maria Tereza Marcelina dos Santos. Talvez seja verdade, afinal, naquela época era comum as famílias terem muitos filhos, mas de fato, não sei quantos irmãos ela teve ou ainda tem”, disse Beatriz.


Para a primogênita da idosa, que ficou viúva a 32 anos de Jerônimo Lopes Dutra, natural Santana do Livramento, e que faleceu aos 79 anos, não só para a mãe é importante localizar seus parentes com quem não tem contato há 66 anos, mas inclusive, para ela e suas irmãs, já que raras são as informações que possuem sobre sua árvore genealógica.


“Da parte do meu pai, que trabalhava na mina de carvão em Candiota, também não conhecemos ninguém. Com relação a nossa mãe, quem, já se aproximando do final da vida, não gostaria de rever seus parentes? Particularmente para mim, gostaria sim de fazer coisas comuns e que nunca fiz, como por exemplo, visitar um primo ou uma tia a quem adoraria dar um abraço e, desta forma, ter uma referência familiar. Então, se alguém, ao ler essa reportagem constatar que conhece os filhos ou netos das nossas tias e tios em Piratini, por favor, nos ajude”, apela Beatriz.


Se você tiver informações, pode fornecê-las ligando par o número: 53- 9-97032064, que também é contato via WhatsApp.


Reportagem: Nael Rosa



866 visualizações

Yorumlar


Modelo anúncio entre notícias2.png
Modelo anúncio entre notícias2.png
bottom of page