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Garoto de 13 anos vende latinhas para ajudar a causa animal do Projeto São Francisco de Assis

Foto: Nael Rosa

Apesar da pouca idade, Nicholas é voluntário do Projeto São Francisco de Assis

É dos pequenos gestos que muitas vezes surgem atitudes elogiáveis e, certamente, o que faz o garoto Nicholas Funari Dias, de apenas 13 anos, é louvável em todos os aspectos.


A Megui, a Shakira e Anita, cães adotados por ele e ainda o gato Dionísio, tiveram a sorte de encontrar em seu tutor todo o carinho e cuidados necessários com os animais. Mas e os que não têm o mesmo destino ou são abandonados à própria sorte ou ainda vivem em canis esperando que alguém os adote como ficam?


Nicholas não é indiferente a estes, por isso, desde 2020 também tomou para si a responsabilidade de ajudar a causa animal abraçada pelo Projeto São Francisco de Assis.


Uma das atitudes foi bater à porta de residências de Piratini pedindo ajuda financeira para garantir o tratamento de animaizinhos doentes e resgatados pelas voluntárias quando largados pelos donos nas ruas da cidade. Mas não era o suficiente:


“Passei então a juntar latinhas, vendê-las e doar o valor arrecadado para o projeto. Acabei me envolvendo ainda mais e hoje ajudo as ativistas em vários resgates. Faço isso porque cheguei a conclusão que essa causa precisa cada vez mais de colaboração para as emergências veterinárias que surgem a todo o momento”, afirma Nicholas, que acrescenta:


“Para mim é gratificante colaborar, pois há muito sofrimento dos animais que são abandonados. É muito bom fazer o que faço, já que, por exemplo, quando você faz algo de bom para um cão ele agradece”.


A ativista do São Francisco de Assis, Elenara Adamoli Cardoso, vê o gesto do garoto como elogiável e capaz de influenciar para que mais colaboradores se juntem à causa.


“Isso que ele faz é tudo de bom, pois além de contribuir enormemente com a saúde dos animaizinhos, está sempre pronto para ajudar a resgatá-los. Os valores que ele arrecada com a venda das latinhas são importantes e bem vindos, pois possuímos um convênio com a Prefeitura que só pode ser usado nas castrações. Assim não há recursos para as emergências e, através de iniciativas como a do Nicholas, que influencia outros a ajudar também, podemos tratar dos bichinhos feridos”, elogia Elenara.


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