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Gilson admite deixar o Progressistas caso não haja uma solução para a crise entre o partido e Vitão


Diante do impasse, Gilson tem menos de um mês para decidir que rumo vai tomar

A Indecisão, tanto do Progressistas, que já alinhavou uma provável coligação com PSDB, PTB, PSB e PR, mas não saiu oficialmente do governo municipal em Piratini, bem como do prefeito Vitor Ivan Rodrigues, o Vitão, do PDT, que não deu um ultimato na legenda parceira de quase 20 anos e mantém todos os cargos a que esta tem direito em sua administração, se tornou um problema que precisa ser rapidamente resolvido pelo vice-prefeito Gilson Gomes.


Pelo cargo que ocupa, Gomes é a liderança principal no Progressistas atualmente e já teve seu nome anunciado por Vitão para juntos tentarem um segundo mandato, mas o clima de instabilidade entre a legenda e o prefeito fez com que na quinta-feira (28) ele procurasse os vereadores Alex Matos e Manoel Rodrigues para tentar uma solução dentro da janela de transferência que começou este mês e termina no princípio de abril.


“Estou atento ao prazo para a troca de partido, assim busquei os nossos dois vereadores para saber suas posições, pois o Vitor Ivan me fez o convite para novamente estarmos juntos na campanha eleitoral este ano, o que é um privilégio, pois há outros partidos querendo ter o candidato a vice-prefeito e a nós foi oferecido mais uma vez. Eu quero estar ao lado do atual prefeito novamente, mas isso não basta, já que o Progressistas tem que querer também”, disse Gilson Gomes em exclusiva ao Eu Falei, admitindo ainda que se não houver uma solução rápida para a crise, poderá trocar de partido.


“Ao não se chegar a um consenso, existe a possibilidade sim de eu me filiar a outro partido e já existe inclusive o convite de outra sigla que prefiro não revelar qual é nesse momento, pois espero realmente concorrer pelo Progressistas”, ampliou.


Ao finalizar, Gomes criticou o pré-acordo feito em janeiro entre sua legenda e Marcial Guastucci, o Macega, ainda no MDB, mas que vai para o PTB este mês, e também Francisco Luçardo, do PSDB.


“Para mim esse acordo não tem validade nenhuma já que esse tipo de decisão se toma na convenção do partido. Entendo que foi um desrespeito comigo, pois não fui nem mesmo convidado a dar minha opinião e só fiquei sabendo do acontecido pela imprensa”, reclamou o vice-prefeito.


Nael Rosa- redator responsável

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