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Hospital de Piratini prepara a compra de um novo mamógrafo



Foto: Bruno Strelow

Entidade está sem mamógrafo há um ano

O diretor do Hospital de Caridade Nossa Senhora da Conceição de Piratini, Laerto Farias, afirmou que está na expectativa de adquirir um novo mamógrafo para a entidade que há um ano não conta com o equipamento, o que obrigou a Secretaria Municipal de Saúde a redirecionar as pacientes que necessitam de mamografia para outros municípios, pois o que realizava os exames tinha uma década e se tornou portanto, obsoleto, não sendo mais possível encontrar peças de reposição para conserta-lo.


A aquisição que custará R$ 199 mil, será possível devido a uma emenda parlamentar de março de 2018 concedida pelo então deputado federal José Fogaça, do MDB, no valor de R$ 139 mil, restando ao hospital a contrapartida do restante do montante para a compra.


" Nossa parte já está reservada e quando o novo mamógrafo chegar nós pretendemos retomar o atendimento de referencia para os municípios da zona sul, o que no passado chegou a atingir duzentos exames por mês", disse Farias.


Marisser Cardoso, do setor de projetos do Conceição, informou que o processo licitatório para a compra já foi realizado e somente aguarda a liberação do recurso via Ministério da Saúde, tendo a pasta já adiantado que o pagamento que já está atrasado poderá ser feito só em 2020.


"A previsão que nos foi dada é até julho do ano que vem, mas estamos trabalhando para receber o valor ao qual fomos beneficiados ainda este ano, pois é um exame muito importante para as mulheres", explicou Marisser.


Enquanto a realidade atual não é alterada, as mulheres que necessitam de mamografias estão sendo encaminhadas para Jaguarão e Pelotas, o que conforme o secretário de Saúde Diego Espíndola, permite que Piratini esteja com a fila zerada para este tipo de procedimento.


" Fizemos uma parceria com Jaguarão que está recebendo as pacientes que não tem o indicativo de urgência e que aguardam no máximo trinta dias para fazer o exame, e para Pelotas quando o médico atesta que a mulher não pode esperar, sendo ela atendida no máximo em sete dias, mas é importante dizer que esses prazos só são respeitados quando quem necessita nos comunica uma possível mudança de endereço ou contato telefônico", detalhou Espíndola.


Nael Rosa- redator responsável

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