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  • Foto do escritorNael Rosa

" Conseguimos condená-lo graças ao bom trabalho policial", afirma promotor sobre Pomarola

Foto: reprodução Facebook

Géferson Santos, o Pomarola, matou Ilza com 16 facadas em 2020

A eficiência e também a rapidez no trabalho realizado pela equipe chefiada pelo delegado de Piratini, Rafael Vitola Brodbeck,  foi, segundo o promotor de Justiça, Adoniran Lemos Almeida Filho, fator preponderante para que ele, ao representar o Ministério Público, conseguisse a condenação de Géferson Santos, o Pomarola, hoje com 37 anos, sentenciado na quarta-feira (13)  pelo Tribunal do Júri, a mais de 25 anos de prisão.


Em setembro de 2020, Pomarola matou com 16 facadas, Ilza Bezerra, à época com 76 anos, crime que ocorreu na casa da idosa, situada na avenida Seis de Julho, sendo que o golpe fatal foi aplicado no pescoço que ficou quase separado do resto do corpo.


“A condenação dele foi por homicídio duplamente qualificado e também por denunciação caluniosa, já que ele, para encobrir a morte da llza, registrou um boletim de ocorrência na intenção de justificar os ferimentos que tinha e que, segundo sua versão para a polícia, haviam sido causados por um assalto que sofreu. Nosso êxito foi possível devido à excelência do trabalho feito pela Polícia Civil que, de forma eficiente, colheu provas incontestáveis que imputavam a Pomarola a responsabilidade pelo assassinato”, destacou Lemos Filho.


Ele acrescentou que, na verdade, os ferimentos nos braços e mãos do criminoso foram provocados pela luta da vítima com seu algoz enquanto ele a golpeava,  e isso demonstra que ela, mesmo frágil fisicamente, tentou se defender em vão.


“Considero que a condenação foi uma resposta à altura por parte da comunidade de Piratini ao crime brutal praticado por ele. A justiça foi feita”, avalia.


Reportagem: Nael Rosa

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