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  • Foto do escritorNael Rosa

Para pressionar a CEEE Equatorial, prefeitos, Márcio Porto e Ronaldo Madruga se reúnem com gestão da empresa no RS

Foto: divulgação

Ronaldo Madruga, prefeito de Pinheiro, disse que a reunião onde ele e Márcio Porto pressionaram por soluções, foi muito tensa

A partir da iniciativa do prefeito de Piratini, Márcio Porto (MDB), ele e o também chefe do Poder Executivo, Ronaldo Madruga (Progressistas) estiveram reunidos com a gestão da CEEE Equatorial, reunião que, como classificou o gestor da Prefeitura de Pinheiro Machado, foi extremamente tensa. 


A conversa, que aconteceu no dia 13 de março, ocorreu na sede da empresa, em Porto Alegre, oportunidade em que os dois gestores exigiram soluções rápidas para os diversos problemas relacionados ao fornecimento de energia, algo comum aos dois municípios.


Através de sua assessoria de comunicação, Porto disse que, no encontro, ambos cobraram uma ação contundente da Equatorial, pressionando a mesma, inclusive para que qualifique e também amplie o sistema de abastecimento disponibilizando nas duas cidades, já que, a atual realidade neste sentido, tem causado inúmeros prejuízos e muitas dificuldades, principalmente, a quem reside na zona rural.


“Objetivamos garantir o bem-estar e a qualidade de vida das duas populações. Estamos empenhados neste sentido e continuaremos a acompanhar de perto o andamento das ações propostas”, afirmou Márcio Porto.


Ao conversar com a reportagem do site Eu Falei, Ronaldo Madruga se mostrou extremamente irritado e insatisfeito com o serviço ofertado pela distribuidora de energia, reclamando que já é a terceira vez que participa de reuniões com tais gestores, mas que, de fato, nada é feito.


“Nós, prefeitos, não temos como resolver essas tantas situações envolvendo também as constantes faltas de luz, seja em Pinheiro ou Piratini. Mas é a nossa porta que os consumidores batem para pedir ajuda e, como entendemos ser sim, nossa obrigação interferir para o encontro de soluções, faz parte das nossas obrigações no mínimo cobrar a Equatorial”, opina Madruga, que continua:


“É comum às famílias, na maioria das vezes situadas no interior, ficarem três, sete e, absurdamente, até vinte dias sem energia. No anseio pelo retorno da luz, passam horas nos mecanismos existentes, como por exemplo, o telefone 0800, e as dificuldades em conseguir atendimento são imensas. O resultado sempre é o mesmo: prejuízo e mais prejuízo, afinal, os rurais costumam abater animais e armazenar em freezers a sua carne, planejando consumi-la durante os 30 dias do mês, mas, sem energia, acabam tendo que jogar tudo fora”.


De acordo com o prefeito, novamente as justificativas para o serviço falho foram as mesmas que anteriormente já tinha ouvido. Mas ele informou ter ouvido uma nova promessa.


“Respostas que apontem para a mudança do quadro atual de forma rápida, não obtivemos. Os queixumes da Equatorial foram os mesmos: justificam as tantas falhas cometidas por ela, por terem herdado uma rede danificada e muito velha, da extinta estatal, incluindo-se neste sentido, os ultrapassados postes de madeira. Garantiram ainda que os seguidos problemas encontrados com as empresas contratadas para terceirizar o serviço, contribuem para a demora no atendimento aos usuários", externou Madruga, para a seguir, finalizar: 


“Mas, ao menos, asseguram a mim e ao Márcio, que uma base de atendimento será  disponibilizada até o final deste semestre em Piratini, o que, se de fato acontecer, servirá como uma espécie de “braço” para permitir a comunidade pinheirense ter um ponto de referência no momento de requisitar auxílio diante da interrupção do fornecimento de energia". 


Reportagem: Nael Rosa



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