• Nael Rosa

Presidente do Guarany fala das ações e dificuldades ao gerir o clube


Régis (à direita), disse que manter escolinhas é um compromisso social

Régis Drum, presidente do Esporte Clube Guarany, tradicional equipe de futebol de Piratini, fez um balanço de seu primeiro ano de gestão à frente da diretoria do time o qual assumiu em agosto de 2018.


Nesses primeiros 15 meses de mandato, ele assegura que as ações só não foram maiores devido à falta de receita, pois além dos patrocinadores expostos no muro do estádio onde o comércio local dá visibilidade às suas marcas ao custo de R$ 100,00 por mês cada, há somente a receita originária do aluguel de um prédio que já foi a sede do clube e está localizado no centro da cidade.


“Conseguimos recuperar esse prédio, que inclusive se cogitou vender. Também estamos investindo na cozinha existente no estádio e o pensamento para 2020 é continuar promovendo reformas na infraestrutura do clube, consertando inclusive a tela que isola a torcida do campo e outras ações que pretendemos fazer mesmo com a dificuldade financeira que é permanente, pois para se ter uma ideia, quando assumimos o caixa estava zerado, fator que tem como complicador as limitações que temos em realizar competições em grande parte do ano”, disse o presidente, referindo-se ao gramado.


Ocorre que por ter um sistema de drenagem antigo e ineficiente, o gramado quase sempre encharcado só oferece condições de jogo durante seis meses (novembro a abril), o que impede a promoção de um calendário ativo, com mais torneios e campeonatos, o que permitiria uma entrada maior de dinheiro nos cofres do Guarany, proveniente da cobrança de ingressos para ver os jogos.


Na época que as estações quentes permitem, Régis diz que, tendo inicio em fevereiro do ano que vem, há a intenção de realizar um campeonato envolvendo até oito times da cidade, certame do qual o clube não participará, mas que proporcionará ao mesmo manter atividades envolvendo o futebol, algo que em sua opinião deixou de existir no município, o que a entidade busca resgatar mantendo em atividade as escolinhas para crianças e adolescentes.


“Estão ativas as categorias sub 10, 12, 14 e 16 anos, e para elas intencionamos ainda em novembro receber um torneio com a participação do Grêmio Esportivo Bagé, Pelotas, Brasil de Pelotas e Luz e Ordem de Pinheiro Machado, trabalho com os mais novos que eu considero um compromisso social dessa diretoria”, concluiu Drum.

Nael Rosa- redator responsável

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